
“Fazer marketing pessoal não significa se colocar como o melhor, e sim ressaltar aquilo que você tem de bom”
È importante se questionar sobre aonde você quer chegar: Se quer ser diretor, tem de saber quais são as competências técnicas e emocionais que se esperam de um profissional nessa posição. E se capacitar.
Explore o que você tem de bom: trabalhe a chamada “experiência do consumidor”. Ofereça aos seus consumidores (clientes, chefes, colegas de trabalho,etc) uma experiência diferenciada, que faça com que eles se sintam motivados a trabalhar com você.
Crie sua marca pessoal: Pense no conjunto de características que faz com que você não apenas atenda as expectativas de associados a determinado cargo, mas supere esse modelo. Construir esta marca pessoal implica, necessariamente, autoconhecimento.
Identifique os diferenciais competitivos: Que qualidades vão lhe ajudar a atingir seus objetivos e quais deficiências podem dificultar esse processo? A partir desse auto-retrato, tente corrigir os pontos fracos e valorizar aquilo que é melhor em você.
Diferencie produto de marca: O produto inclui suas habilidades técnicas, sua formação acadêmica, sua experiência profissional. Já a marca alia todas essas competências a seu estilo particular, à forma como você se comporta e se relaciona.
Invista em networking: Quando você identifica seus diferenciais competitivos e os alinha a seus objetivos, suas ações falam por você. Mas não custa nada dar uma mãozinha à divulgação. E um bom começo é investir em networking.
NUNCA
-aponte os erros dos outros para destacar suas qualidades
-teste o chefe para mostrar quanto você sabe
-trate os colegas de trabalho como concorrentes
-exagere na hora de falar de seus atributos e conquistas
-faça perguntas impertinentes apenas para ser notado
-fale sobre assuntos que não conhece só para não ficar de fora
-assuma uma tarefa para se mostrar ativo e a abandone no meio –se você se comprometeu, tem de estar disponível-
Fonte: Você SA

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